Chega ao Brasil o plástico verde

A Cargill, por meio de sua Unidade de Negócio Amidos e Adoçantes, está trazendo para o Brasil o bioplástico Ingeoâ, uma inovação que substitui o plástico feito a base de petróleo por um material de origem vegetal, feito a partir de plantas. "Estamos muito satisfeitos em trazer o Ingeoâ para o Brasil. Com ele, fortalecemos não apenas nosso portfólio com um produto sustentável, mas principalmente, entregamos aos nossos clientes algo inovador que dará a cada um deles a chance de também fazer algo de bom ao meio ambiente de duas formas: além de ter a menor emissão de carbono de qualquer plástico disponível no mercado, o Ingeo também oferece novas opções de reuso depois de sua vida útil, diz Marcelo de Andrade, diretor da Unidade de Negócio Amidos e Adoçantes da Cargill no Brasil.

O biopolímero Ingeoâ é derivado do açúcar, matéria-prima renovável, e oferece um material mais responsável, substituindo diversas aplicações do plástico convencional. A produção do Ingeo reduz tanto a emissão de CO2 na atmosfera, quanto o consumo de petróleo. Comparado com a produção de PET, por exemplo, a manufatura do Ingeo gera 60% menos gases causadores do efeito estufa e exige 50% menos combustível fóssil. "Enquanto os plásticos convencionais existentes hoje no mercado precisam de anos para se deteriorar na natureza, o Ingeoâ, por ser biodegradável, pode levar apenas de 3 a 4 meses - desde que esteja em condições de compostagem industrial: umidade de 80% com temperatura constante maior que 60ºC", explica o diretor.

Entre suas aplicações estão produtos plásticos - como talheres, embalagens para cosméticos, alimentos, bebidas, copos -, além de utilização em travesseiros, roupas, escovas de dente, fraldas descartáveis, entre muitos outros, sendo adaptado para cada tipo de aplicação.

Fonte: Portal Meio Filtrante